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Mercado sustentável é negócio rentável

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A economia verde está mesmo gerando resultados financeiros positivos para quem resolve investir e apostar na ideia. Produtos feitos com tecidos de garrafas PET tem conquistado o mercado e ganhado adeptos. Um grande exemplo de sucesso na área tem sido o da empresa Fujiro Ecotêxtil, de Blumenau, Santa Catarina. A fábrica do casal Bruno e Ana Paula Sedrez produz principalmente camisetas e ecobags com tecidos feitos de garrafas PET.

Já foram 4,5 milhões de garrafas de plástico transformadas em matéria-prima desde 2006, quando começaram neste seguimento. O negócio deu tão certo que eles abriram a bem pouco tempo um escritório em São Paulo. “Nosso ideal é poupar recursos naturais, minimizar os impactos causados ao meio ambiente e principalmente, estimular o engajamento com a causa ambiental, fabricando nossos produtos com malhas recicladas, feitas a partir de garrafas PET e algodão reciclado”, comenta Bruno Sedrez.

Em 2010 a Fujiro lançou a própria marca para o varejo, a Econcept, com foco no público feminino. “Quando soube que na Europa o consumidor paga até 100 Euros por uma sacola sustentável da Louis Vuitton, percebi que associar uma marca ao conceito de sustentabilidade poderia dar certo”, diz Bruno. Continue lendo

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Designer cria botas a partir de sacolas plásticas

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Nesta quinta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, nada melhor do que uma ideia que vai deixá-las na moda, mais bonitas e, o melhor, sintonizadas com práticas sustentáveis. Apelidadas de Dacca, a novidade são as botas criação da designer industrial chilena, Camila Labra. Super originais, as botas de cano baixo são feitas a partir de sacolas plásticas, as temidas da natureza, por demorarem centenas de anos até se degradarem totalmente.

Camila confecciona as botas com uma técnica que derrete as sacolas com o calor, gerando um material mais espesso e resistente, que preserva as propriedades do polipropileno. O resultado é um calçado impermeável, flexível, leve e não tóxico. É a partir da nova lâmina plástica criada com o derretimento do plástico que a designer aplica diversas estampas utilizando a publicidade estampada nas sacolas.

E aí vai uma dica para os criativos de plantão que ainda estão na longa jornada de estudos: numa entrevista ao jornal britânico Daily Mail, a designer contou que a ideia inicial para a linha veio quando ela ainda era estudante e tinha que fazer um projeto tornando algo inútil em útil novamente. “Percebi que havia um monte de sacos de plástico na minha casa e que todos utilizavam como sacos de lixo. Eu tinha certeza de que eu poderia fazer algo mais útil com eles do que isso e então, em um dia de chuva eu vi pessoas colocando sacolas em seus pés para parar seus sapatos. Foi então que eu percebi que os sacos seriam ótimos para fazer botas.” Continue lendo

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Muçulmanos só poderão casar na Indonésia depois de plantar árvores

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Quer casar? Antes vai ter quer plantar uma árvore. Mas calma. A medida é para os noivos da Indonésia muçulmana. Mas se bem que, não seria uma má pedida em outras partes do mundo, como no Brasil, por exemplo. A partir de março, para poder receber autorização para casar, os noivos vão ter que plantar duas mudas de árvore de alguma espécie nativa. “A política tem um propósito nobre, e é necessário apoiar o programa do governo de plantio de árvores”, disse Iwan Zulhami, funcionário do Escritório de Assuntos Religiosos, à BBC.

A medida, por enquanto, só valerá para a cidade de Medan e nos distritos da ilha de Sulawesi. Estes lugares tem uma concentração maior de adeptos do Islã. Ao procurarem o serviço religioso que autoriza o casamento, o casal receberá duas mudas de árvores, que devem ser plantadas em sua casa e, só depois a autorização é liberada. A Indonésia tem cerca de 120 mil hectares de floresta tropical, mas sofre com queimadas e extração de madeira legal e ilegal. Fatores que fizeram com que o país fosse terceiro maior emissor mundial de gases de efeito estufa, de acordo com a ONG WWF.

O engajamento dos muçulmanos no país, tem sido tão significativo na promoção de práticas de conservação ambiental, que eles até criaram uma organização chamada ‘Dignifying Environment Institution‘, em 2011, com o objetivo de proteger as florestas do país das práticas nocivas que causam o desmatamento. A medida na Indonésia pode render cerca de 2 mil novas árvores todos os meses nas cidades onde ela vai funcionar. Talvez o resto do mundo não precise chegar à medidas tão extremas, mas é preciso investir em políticas que envolvam cada vez mais a população e às empresas quanto ao seu comprometimento com a causa ambiental.

 

Foto: Reprodução

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Os 10 países mais verdes do mundo

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País verde. É possível? Não só é possível, como alguns países já adotaram na prática, medidas que preservam o meio ambiente e, que conscientizam a população quanto ao uso racional dos recursos naturais. Além disso, esses países assumiram uma cultura em favor do bem estar e saúde da população. E foi pegando este gancho que especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia criaram a Lista de Desempenho Ambiental (Environmental Performance Index-EPI) composta de 132 países.

Os critérios medem o desempenho ambiental dos países através de 10 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas; alterações climáticas, entre outros. Os dez primeiros da lista foram: Suíça (76.69 pontos); Letônia (70.37 pontos); Noruega (69.92 pontos); Luxemburgo (69.2 pontos); Costa Rica (69.03 pontos); França (69.03 pontos); Áustria (68.92 pontos) Itália (68.9 pontos); Reino Unido (68.82); Suécia (68.82 pontos). O Brasil (60.9 pontos) ainda conseguiu ficar no 30º lugar. O que mais contou positivamente para essa colocação foi a biodiversidade e o investimento em energia renovável, abaixo da Colômbia, Eslovênia e Taiwan. Continue lendo

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Catlin Seaview Survey: uma viagem em 360 graus pelo oceano

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O Google continua inovando e surpreendendo seus usuários. Primeiro lançou o Google Street View, que é um recurso do Google Maps e do Google Earth que disponibiliza vistas panorâmicas de 360° na horizontal e 290° na vertical e permite que os usuários (utilizadores) vejam partes de algumas regiões do mundo ao nível do chão/solo. O recurso foi lançado em agosto de 2007. No início, eram apenas 5 cidades americanas fotografadas totalmente. Hoje já são milhares de localizações, inclusive no Brasil. Mas que tal essa viagem panorâmica pelo fundo do mar?! Eis a nova sacada do Google: Catlin Seaview Survey.

O projeto é uma parceria do Google com a Universidade de Queensland da Austrália e o Grupo Catlin. A ideia da tecnologia é possibilitar a exploração de belos lugares do oceano como a Grande Barreira de Corais da Austrália. E claro, tudo isso sem precisar sair de casa. O projeto tem três vertentes, além do “entretenimento” dos usuários da Rede: fazer um levantamento do chamado recife raso; mapear os recifes de águas profundas detalhando sua composição, saúde e biodiversidade da Grande Barreira de Corais, bem como avaliar experimentalmente a sua susceptibilidade às mudanças climáticas, como altas temperaturas, por exemplo; a terceira vertente é o levantamento e rastreamento da fauna, como arraias, tartarugas e tubarões-tigre usando tags de satélite para rastrear seus movimentos.

“Pela primeira vez na história, temos a tecnologia disponível para transmitir os resultados de uma expedição através do Google. Milhões de pessoas serão capazes de experimentar a vida, a ciência e a magia que existe sob a superfície de nossos oceanos”, diz o cientista-chefe da pesquisa, Ove Hoegh-Guldberg, da Universidade de Queensland, em Brisbane. Até agora o Catlin Seaview Survey, só mapeou alguns pontos, mas eles já podem ser visualizados no seaview.org. O projeto começa mesmo com força total em setembro, quando três pesquisas começam em 20 pontos ao redor do recife de 2.300 quilômetros de comprimento. Filmes de cada local serão colocadas on-line, assim como o andamento das pesquisas. Prontos para um mergulho de reconhecimento da vida marinha?!

Foto: Reprodução

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Jogos Olímpicos sustentáveis: Londres adota lixeiras “inteligentes”

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Londres já prometeu que irá fazer das Olimpíadas de 2012, a primeira edição sustentável que os jogos já tiveram. É, parece que os ingleses que são conhecidos entres outras coisas, pela severidade com o cumprimento dos horários, são bons em cumprir promessas também. A novidade da vez dos Jogos Olímpicos é, uma lixeira de reciclagem que traz duas grandes telas de LCD com notícias, cotações financeiras e o clima… Além de reeducar seus hábitos quando estiver passeando pelas ruas londrinas, vai poder ficar por dentro de todas essa informações.

Algumas unidades da Renew Bin, nome dado a tecnologia, já estão instaladas pelas ruas da cidade. Uma mudança na rotina das pessoas, que com certeza vão passar bem mais tempo perto de uma lixeira do que de costume. Ela vai exibir as cotações financeiras e últimas notícias do mercado de valores das 6h às 23h59. A lixeira ainda vai apresentar notícias gerais e atualizações meteorológicas, horários do metrô e materiais sobre esportes, moda, viagens, artes e entretenimento.

Quer mais?! A Renew Bin possui suporte para redes Wi-Fi, e faz alguns sonhadores acreditarem que num futuro bem próximo também vai poder compartilhar o acesso às redes sem fio para quem quiser. O investimento com as lixeiras já chegou a marca de £ 30 mil (R$ 70 mil). O executivo da empresa de comunicação Waughton, Robin Hepburn, diz que outros lugares como Nova York, Tóquio e Cingapura, já se interessaram pela tecnologia. E no Brasis, será que essa lixeira pegaria?

Fotos: Reprodução

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Empresa produz mochilas com tecido feito de garrafa PET

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Uma mochila estilosa e com conceito sustentável, é o mais novo lançamento de uma série de produtos da empresa Bluelounge sediada em Cingapura. Chamada de “Bonobo”, a linha de mochilas com design moderno para  laptops e iPads  é feita de tecido 100% reciclado de garrafa PET. As mochilas vêm com fivelas em alumínio resistente que permitem ajuste mais personalizado, além de prendedores de pressão. Na parte de dentro o revestimento oferece mais segurança para o equipamento e protege contra a humildade.

As garrafas PET utilizadas para a produção da Bonobo são coletadas depois do uso, separadas e limpas. Após a coleta e limpeza elas são trituradas e derretidas. Após esse processo, o material é transformado em longos filamentos. Na parte final as fibras são tecidas e estão prontas para dar forma às bolsas e mochilas, o material é super durável e resistente. “A série Bonobo representa o nosso esforço de projeto principalmente para produzir produtos que melhoram o estilo de vida digital somado a sustentabilidade”, explicou Dominic Symons, diretor principal e criativo do Bluelounge, ao Ecouterre.

Ideais para os mochileiros do dia a dia que tem que se deslocar para vários lugares, os produtos da linha Bonobo custam entre US$45,00 (R$77,00) e US$140,00 (R$241,00). Uma boa para os ligados na moda sustentável. No Brasil várias empresas já estão especializadas em desenvolver produtos à base dois chamados tecidos verdes, malhas que são produzidas tendo como base politereftalato de etileno, o PET. A Fujiro Ecotêxtil, de Blumenau, Santa Catarina, é um exemplo delas. A empresa produz camisetas e ecobags com o tecido verde. Pronto para fazer opção pelos produtos verdes?!

 

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Inaugurada torre de energia solar em formato de tulipa

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Uma tulipa gigante no meio do deserto, é a ideia super original da empresa de tecnologia AROA. Na verdade ela faz parte de um parque que produz energia solar na cidade de Almeria, no sul da Espanha. A Tulipa Solar, apelido dado pelos criadores, é a segunda torre da empresa. E não é só o fator estético do sistema que é inovador. Além de proporcionar mais eficiência na produção de energia, ela ainda reduz a quantidade de água necessária para o seu funcionamento.

Destacada em meio a paisagem, a torre que tem um ar elegante é feita inteira de cobre, o que faz com que ela seja ainda mais diferente das demais fazendas solares. E segundo o arquiteto do projeto, Haim Dotan, mesmo com todo esse diferencial o projeto não custou mais caro, apenas foi mais trabalhoso. Cada um dos módulos interligados que fazem o sistema funcionar é capaz de gerar até cem quilowatts e podem ser conectados juntos em uma rede.  A torre tem 35 metros de altura, e ao redor dela estão 50 espelhos, que acompanham o sol e direcionam os raios e o calor para o interior de uma lâmpada com mil graus Celsius.

O sistema usado pela Tulip Solar, é híbrido, ou seja capaz de trabalhar o tempo todo, mesmo durante a noite e quando as nuvens estão encobertas. Para movimentar a turbina, ao invés de usar o vapor convencional, o sistema utiliza o ar expandido, que é forçado através da turbina e gera eletricidade. O projeto foi inaugurado recentemente, mas a ideia já vem desde os anos de 1980, e foi idealizado pelo professor Jacob Karni, do Instituto Weizmann. A primeira mini-turbina foi instalada em Kibbutz Samar, Israel, em janeiro deste ano. A AROA tem sede em território israelense, e agora depois da construção da segunda Tulipa, vai começar testes, para que o mesmo sistema, além de produzir energia, trabalhe também no processo de dessalinização da água. Inovação no design e na utilização dessa tulipa gigante.

 

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BioLite: fogão ecológico que recarrega seus aparelhos móveis

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Com a proximidade do feriadão muita gente aproveita a oportunidade para sair da badalação das festas de carnaval e curtir uma vibe mais tranquila, em contato com a natureza, acampando… Uma preocupação constante de quem acampa, é sempre com a hora de cozinhar. Não dá pra consumir só industrializado. Um bom acampamento pede uma comidinha feita na hora. Então comece a juntar os galhos pelo caminho. Para fazer o fogo? Não! Para usar no CampStove. Um fogão portátil criado pela empresa americana BioLite.

O fogão ecológico utiliza apenas pequenos galhos para cozinhar os alimentos. A outra novidade é que o CampStove, usa a energia produzida para cozinhar, também para recarregar aparelhos móveis, como smartphones e tablets, por exemplo. Uma boa, para quem quer curtir o ar puro da natureza, mas não quer deixar de lado os benefícios da tecnologia. “Os fogões BioLite resolvem o problema da falta de bateria para os dispositivos móveis com a conversão de uma fração da energia térmica do fogo em eletricidade. A eletricidade excedente é disponibilizada aos usuários para recarregarem dispositivos eletrônicos como celulares, luzes de LED, GPS entre outros”, afirma a empresa.

A empresa fala ainda que a invenção é uma forma de não deixar focos de fogo ao fazer uma fogueira para cozinhar, e dessa forma acabar ocasionando um incêndio, além de não utilizar outros tipos de combustíveis que acabam poluindo o meio ambiente. “ O Processo eficiente do fogão BioLite usa menos de 1/2 da madeira de uma lareira e reduz as emissões de fumaça por mais de 90%”. A empresa diz que o fogão ainda pode se utilizado por famílias pobres em todo mundo, que ainda dependem de fogão à lenha para cozinhar ou de outros tipos de combustíveis como carvão. O CampStove estará à venda no próximo verão nos Estados Unidos e custará US$ 129 (R$220).

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Foto: Reprodução

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Arquiteto Brasileiro cria projeto de loja feita com contêineres

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Você tem um negócio, mas sente problemas quanto a localização?! Se sua loja fosse itinerante a coisa iria fluir melhor?! Deve ter sido com base em questionamentos como esses, que o arquiteto brasileiro, Marcio Kogan, se inspirou para desenvolver um projeto super interessante e bonito à base de contêineres de transporte marítimo para uma loja de decoração. Os contêineres estão meio que, virando uma febre no universo da arquitetura. Bom para quem adquire um empreendimento super moderno e, bom para natureza, que deixa de “ganhar” de brinde um monte de ferro que vai demorar anos para se decompor.

Um outro fator positivo dos contêineres, é que eles são modulares, então se encaixam com facilidade, por isso a loja pode ser montada e desmontada ou mudar de estrutura, dependendo da vontade do dono. Kogan usa cores bem vivas e alegres no acabamento, o resultado fica tão bom ou melhor que um projeto convencional. Já até mostramos aqui No Pátio, vários projetos que usam contêiner também, só que, como casa. Eles são inovadores e alguns nem parecem que tem como base uma dessas caixas grandes de metal, aparentemente sem muita utilidade depois que deixam de ser usadas para o transporte de carga. E aproveitando a motivação, confere só a transformação desses contêineres em uma bela casa.

Imagem de Amostra do You Tube

 

Fotos e vídeo: Reprodução

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