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Horta sustentável em casa

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Ter uma horta em casa era algo bem comum há alguns anos. Já pensou que legal colher frutas e verduras do próprio quintal? O tempo foi passando, as coisas foram se modernizando e a falta de tempo é uma constante principalmente para quem mora em grandes cidades.

Ainda tem o fato de muita gente morar em prédios, então, ter a própria horta fica mais complicado ainda, certo? Talvez não. Por isso selecionamos algumas imagens e temos algumas dicas que vão ajudar você a fazer uma horta, mesmo morando em um lugar com pouco espaço.

Com alguns latas de conserva ou caixotes de feira, dá para você plantar e aproveitar um pequeno espaço vazio da sua casa ou apartamento. Continue lendo

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Código Florestal – Será que ela vai vetar?

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Há poucos dias do prazo final para decidir sobre o novo Código Florestal Brasileiro, ambientalistas intensificam as campanhas pressionando a presidenta a vetar o código, que segundo eles, beneficia somente ruralistas. O movimento “Floresta faz a diferença”, que faz parte Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, é uma coalizão formada por 163 organizações da sociedade civil brasileira contrárias ao PLC 30/2011.

O comitê foi criando em 07 de junho de 2011, no auge das discussões sobre o código florestal, e na época, tinha a finalidade de mobilizar os brasileiros a manifestarem sua discordância a proposta da bancada ruralista e, sensibilizar os senadores para a aprovação do código.

Muitas outras ações tem “pipocado” pelo Brasil e engajado não só ativistas da causa, mas também a sociedade em geral e artistas. Um exemplo disto, foi a quebra de protocolo feita pela atriz Camila Pitanga, em uma cerimônia oficial, quando pediu á presidente Dilma Rousseff que vetasse a versão do novo Código Florestal aprovada pela Câmara dos Deputados. Camila era a mestre de cerimônias do evento. E você, acha que a presidenta deve vetar o novo Código Florestal? Conheça-o, e dê sua opinião.

Imagem de Amostra do You Tube

 

Foto e vídeo: Reprodução

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Restaurante solar e itinerante

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Seguindo o sol. Talvez essa seja a frase que mais expresse a ideia criativa de Martí Guixé e Antto Melasniemi. Em parceria com a marca de cerveja Lapin Kulta, eles criaram um restaurante que funciona somente à base de energia solar. E detalhe, ele é itinerante. Vai seguindo o sol onde ele estiver.

O conceito do Lapin Kulta Solar Kitchen Restaurant é levar uma nova experiência em comida, bebida e interação com a natureza. Por isso nem pense em uma mega estrutura, todo espaço do restaurante é ao relento mesmo, numa praça, jardim, parque…

Para os idealizadores, o “Lapin Kulta Restaurante Cozinha Solar destaca os principais temas contemporâneos: a natureza, flexibilidade e rapidez. Dependendo do sol do dia, o restaurante será capaz de servir um churrasco solar, refeições preparadas em temperaturas mais baixas ou saladas. O restaurante vai, portanto, também testar a flexibilidade das pessoas: se chove, temos que nos adaptar, reprogramar e lidar com os atrasos, dependência da natureza. Imediatismo será evidente na urgência de movimentos e decisões, e informações em tempo real: uma nuvem pode mudar o curso de um almoço de negócios”.

E então, para você, o tempo hoje sugere que prato no cardápio?

 

Fotos: Reprodução

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Rio +20 – O futuro que nós queremos

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Estamos a 29 dias da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20, que será realizada na cidade do Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho. Uma oportunidade para líderes mundiais de vários países, ONGs e movimentos que trabalham questões ambientais e sociais, colocarem suas ideias em busca de uma melhor convivência com o meio ambiente e do fim de problemas, como a pobreza extrema.

Para incentivar a participação da população em geral e mostrar que todos são responsáveis pela vida no planeta, e também convocar todas as pessoas para participarem da conversa sobre a Rio +20, foi criado o movimento,“O futuro que nós queremos”: “Como nós queremos o mundo daqui a 20 anos? Que futuro nós projetamos para os nossos filhos? O que nós precisamos mudar para melhorar o planeta em que vivemos?”.

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Reaproveitamento – Wang Shu, ganhador do Prêmio Nobel da Arquitetura

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O criador e a criatura. Relação intensa entre o arquiteto e sua criação. Vai ver é por isso e pelas vivências de cada um que vemos projetos tão expressivos. E foi tanta expressão e engajamento que contaram para os jurados na hora de eleger o chinês Wang Shu, 48 anos, como o ganhador do prêmio Pritzker, considerado o “Prêmio Nobel da Arquitetura”.

“A arquitetura de Wang Shu abre novos horizontes, ao mesmo tempo em que tem ressonâncias nas questões do tempo e do lugar. Seus projetos têm qualidade única, ao evocarem o passado, sem necessariamente fazer referências diretas à história. (…) Sua arquitetura é exemplar, pelo forte senso de continuidade cultural e tradição renovada.

Shu é conhecido por aproveitar materiais de entulhos das construções como cerâmicas, pedras, tijolos e telhas. Um de seus projetos mais famosos é o Museu de História de Ningbo. “O Museu é um ícone urbano. A riqueza espacial, tanto no exterior quanto no interior do edifício, é surpreendente. Trata-se de uma obra que expressa força, pragmatismo e emoção, a um só tempo”.

O arquiteto vai receber o prêmio no dia 25 de maio em Pequim. Depois de saber que havia sido o vencedor, Wang Shu teve essa reação: “Isso é mesmo uma grande surpresa. Estou tremendamente honrado em receber o Prêmio Pritzker. Me dei conta repentinamente que tinha feito muitas coisas durante a última década. Isso prova que trabalho duro e persistência levam a resultados positivos”.

 

Fonte: Blog Toque de Magis
Fotos: Reprodução

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42% dos resíduos sólidos do Brasil acabam em locais inadequados

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Muito lixo e, destinado a locais inadequados. Foi o que comprovou o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2011, lançado ontem (8), pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), durante a 11ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo. Em 2011 o país produziu 1,8% a mais de lixo que em 2010. A quantidade de resíduos sólidos gerados no Brasil no passado alcançou a soma de 61,9 milhões de toneladas.

“Se continuarmos nessa curva ascendente de crescimento ano após ano e não conseguirmos, de alguma forma, adotar ações adequadas para conter essa geração, certamente, em médio prazo, nossos sistemas de gestão de resíduos entrarão em colapso”, disse o diretor executivo da Abrelpe. Segundo o diretor, a taxa de crescimento de resíduos sólidos foi maior que a taxa de crescimento da população, que cresceu 0,9%.

Mas outros dois pontos de todo esse montante são mais preocupantes do que o aumento na produção de resíduos: em 2011, foram coletados 90% dos resíduos sólidos gerados no Brasil, ou 55,5 milhões de toneladas. E as outras 6,4 milhões de toneladas? Acabaram em terrenos baldios, córregos, lagos e praças. Do que foi coletado, 42% dos resíduos sólidos foram destinados em locais inadequados como lixões e aterros controlados, o que para Filho, não ameniza a situação: “O aterro controlado não protege o meio ambiente como um aterro sanitário”. Continue lendo

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Reaproveitamento – Sapatos customizados com roupas velhas

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O reaproveitamento virou coisa séria e rentável para muita gente. É a arte de dar nova utilidade para algo que já foi beneficiado, ou seja, que já passou por um processo de produção, foi utilizado para o fim que foi produzido, e agora pode ganhar uma nova vida útil. Nada de jogar fora, se você pode reinventar o uso de diversos objetos e dar uma cara bem mais pessoal, ao seu look, por exemplo.

Anna Zaboeva resolveu apostar no conceito, e começou a produzir sapatos exclusivos customizados com roupas velhas que certamente iriam ser jogadas fora. Esse é o grande lance de reaproveitar: minimar os impactos de resíduos no meio ambiente. Zaboeva trabalha para a empresa Pleasemachine. Todos os sapatos produzidos lá, vem com etiqueta informando qual a origem do tecido e a percentagem de material reutilizado para confeccioná-los.

Quem quiser aderir ao conceito verde dos sapatos produzidos pelas mãos da designer industrial, Zaboeva, vai pagar algo entre 85 e 175 euros. Afim de entrar na moda sustentável?

 

Fotos: Reprodução

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Teclados sustentáveis feitos de bambu

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Preocupada em conciliar tecnologia e sustentabilidade, a empresa iZen lançou no mercado alguns produtos feitos de forma artesanal que chegam a ter 92% de bambu. Entre eles, o iZen teclado, compatível com smartphones, tablets e outros produtos que tenham conexão bluetooth. A criação do teclado da iZen, foi obra do designer Robin Behrstock, que apostou em um produto sustentável, e que causasse menos impactos a natureza ao ser produzido.

O sucesso do teclado sustentável foi tanto, que as primeiras unidades bancadas pela própria empresa logo foram vendidas. Como estratégia de vendas e de autossustentação do negócio, eles resolveram entrar em uma plataforma da internet onde as pessoas fazem doações de qualquer quantia para empresa poder bancar os novos produtos (o Kisckstarte, no Brasil o Catarse faz a mesma coisa). Quanto mais doações, mais produtos são fabricados. Eles tinham inicialmente uma projeção de arrecadação de US$ 18 mil, valor que já foi superado em mais de 101%.

“Bambu é conhecido como o material mais sustentável do planeta”, diz a empresa em seu site. “Ele pode resistir em condições de seca e de umidade, utiliza pouca água para crescer e não requer pesticidas ou fertilizantes, além de crescer 40 vezes mais rápido do que árvores de madeira tradicionais e brotar em qualquer floresta”. Quem quiser entrar na onda dos teclados verdes da iZen, pode pesquisar modelos e preços no site da empresa.

 

Fotos: Reprodução

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Casa Mecano – conceito sustentável e contato com a natureza

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Sabe aquele cantinho que todo mundo sonha, longe da badalação das grandes cidades, do agito e de muita gente ao redor? Pois é, o arquiteto  Juan Robles, apostou na ideia e criou um projeto de casa que conciliou práticas sustentáveis desde a concepção da casa até o seu uso depois. Não é só respirar ar puro e fugir dos grandes centros, tudo tem que estar em harmonia com o “conceito verde”. Não adianta querer vivenciar o conceito de vida sustentável, se a construção da casa, por exemplo, abusou de materiais desnecessários ou poluentes.

Neste sentido, a “Casa Mecano”, localizada na Península de Osa, Costa Rica, além de oferecer um maior contato com a natureza através de grandes janelas que permitem maior entrada da luz o sol, foi construída em um sistema modular feito a partir de aço estrutural. O projeto deixou a casa com design mais arrojado, e também ajudou a reduzir a quantidade de materiais e resíduos que são gerados nas construções.

Entre as modernidades que deixam a casa com conceito mais verde, estão ainda: sistema de captação e armazenamento da água da chuva para irrigação, utilização da luz do sol para sistema de aquecimento da água e construção em local estratégico. A Casa Mecano, foi construída no topo de uma colina no Parque Nacional de Corcovado. Dessa forma há uma maior incidência do vento na casa, deixando-a com temperatura mais agradável evitando o uso de ventilação artificial. E então, que tal uma casa no parque?

 

Fotos: Reprodução

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Câmera sustentável feita de papelão

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Cada vez mais modernas e populares, as câmeras digitais são objeto indispensável para muita gente. Se na hora não tem uma convencional, vai a do celular mesmo, ou de qualquer outro aparelho eletrônico que disponibilize a função. Não vale é perder aquele momento único ou deixar de registrar aquele furo de notícia. Mas indo totalmente na contramão disso tudo, a empresa de móveis sueca, IKEA, lançou a KNÄPPA, uma câmera à moda antiga, sustentável e… bem básica.

Mesmo sendo criada por uma empresa que trabalha com design, o conceito da KNÄPPA, parte da ideia de que muitas das criações de design, mesmo tendo um conceito arrojado, criativo, contemporâneo… acabam não sendo utilizadas na prática. Para divulgar a criação eles distribuíram as primeiras unidades para clientes da IKEA tirarem fotos de suas próprias casas. A proposta: mostrar como o design acontece de forma real na vidas das pessoas.

Imagem de Amostra do You Tube

Além de repensar a ideia do design, a câmera também tem conceito sustentável. Ela à basicamente feita de papelão, com uma lente, uma única placa de circuito, dois parafusos de plástico e duas pilhas AA. Claro, a resolução não é lá grande coisa, (2.3 megapixels) e além disso, ela também não tem zoom ou sistema de estabilização automático, mas é totalmente reciclável, digital (com conector USB). Com ela o usuário pode armazenar até 40 fotos. Por enquanto a empresa sueca ainda não divulgou o lançamento da KNÄPPA para o público geral. Mas quando isso acontecer, você acha que ela terá aceitação positiva no mercado? A ideia é boa!

 

Fotos e vídeo: Reprodução

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