Reposição hormonal – os prós e os contras

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Um dos temas mais polêmicos discutidos entre as mulheres é a reposição hormonal. Por volta dos 45 anos vem o climatério, que marca o final do período reprodutivo. Depois, o fim definitivo da menstruação, a menopausa, que vem em média na casa dos 50 anos. Para esclarecer algumas dúvidas, o No Pátio fala sobre seis questões importantes dentro do tema. Não tem como perder!

Aproximadamente 60% das mulheres sentem os efeitos negativos da baixa hormonal. Ondas de calor, sudorese noturna, insônia, diminuição do libido, alterações no humor e fadiga são alguns dos problemas que atormentam as mulheres por um período de um a dois anos, em média.

Mas, para algumas mulheres, esses desconfortos podem demorar cinco anos para desaparecer. Com o objetivo de combater esses sintomas indesejados, os médicos recomendam a reposição hormonal. Mas, quais os riscos que devem ser levados em conta?

1.O que ainda acontece em muitos consultórios, é que alguns ginecologistas recomendam a reposição hormonal para todas as mulheres que chegam a menopausa, mas agora é preciso reavaliar a prática. O princípio básico da medicina deve ser levado em conta: nenhum tratamento serve indiscriminadamente para todos os pacientes.

2.A reposição dos hormônios são agora indicadas para as pacientes que não histórico familiar de câncer de mama e que sofrem muito com os desconfortos causados pelo período do fim da menstruação.

3.Estrogênio e progestagênio são os hormônios usados no tratamento de reposição hormonal, ou são usadas substâncias com a mesma ação como a tibolona e as isoflavonas. As dosagens variam de acordo com o perfil e o quadro clínico de cada paciente. Existem várias maneiras para a aplicação: via oral, adesivo, gel e transvaginal são algumas delas.

4.Aumento da qualidade dos ossos, diminuição do ressecamento da pele e da vagina, redução da queda de cabelo e equilíbrio do libido são alguns dos benefícios incontestáveis da reposição hormonal.

5.O uso exclusivo de estrongênio pode aumentar o risco de câncer de colo do útero, segundo estudos clínicos. Mas, o problema é reduzido se a progesterona também for usada. Existem relatos também de a submissão por muitos anos ao tratamento de reposição hormonal causa câncer de mama.

6.O tratamento quase sempre leva ao ganho de peso – mas não é muito, em média 2kg – pois aumenta o apetite e a retenção de líquidos.

Quando o assunto é saúde, quanto mais informação adquirida, melhor. Com o tempo, o corpo muda e para garantir a qualidade de vida é preciso recorrer a tratamentos certos. Nada de ficar as cegas!

Fotos: Reprodução

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