Comportamento, Entrevistas

Coworking em Fortaleza

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Você já ouviu falar em Coworking? É bem simples: são escritórios compartilhados, onde é possível dividir o espaço com outras pessoas, não necessariamente do mesmo ramo que você. Sendo assim, é bem comum alugar uma mesa ou um cantinho em uma bancada de uma sala comercial – que vem equipada com todas as necessidades básicas de trabalho: telefone, ar condicionado, impressoras, conexão wireless, banheiro, salas de reuniões.

O pagamento do aluguel é um acordo flexível, que pode ser feito mensalmente ou por semanas apenas. E é justamente essa demanda por alugar o espaço que dita o quanto deve ser investido nele. Essa seria a principal vantagem desse novo tipo de escritório, os  sócios dividem as despesas com novos investimentos e com a manutenção do espaço e não mais apenas um dono arca com tudo.

A novidade chegou a Fortaleza pelas mãos de quatro jovens empresários: Ênio Lopes, 22, César Montenegro, 24, e Leonardo Timbó, 28 e Eric Sabóia, 25. O Sevana Coworking é o primeiro escritório compartilhado da cidade. Instalado no Centro, foi dividido em três áreas: sala de trabalho, espaço de convivência e sala de reuniões. São aproximadamente 60m², que abrigam perfeitamente até oito pessoas.

Para saber mais sobre essa prática e como surgiu a ideia de criar o Sevana Coworking, o No Pátio bateu um papo com Éric Sabóia, um dos sócios do escritório. Então, se você estácuriosa para entender como funciona, não deixe de ler!

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Entretenimento, Entrevistas

Bate papo com Ricardo Tozzi!

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Ele é multi facetado, multi talentoso e está apenas começando! Ricardo Tozzi tinha uma carreira de sucesso no mundo dos negócios, mas um dia resolver largar tudo e seguir  a sua verdadeira paixão, o teatro. Daí, não parou mais; Foram peças, novelas, seriados e Tozzi caiu imediatamente nas graças do público e se tornou um dos atores mais requisitados da atualidade. Após participar de Bang Bang, Caminho das Índias, sua consagraçào veio no ano passado, como o Douglas, de Insensato Coração. Este ano, Ricardo se prepara para mais um desafio ao interpretar um acrobata em “Dercy de verdade”, minissérie de Maria Adelaide Amaral que estreia no próximo dia 10. Para o ator, não importa o personagem, o importante é se dedicar de corpo e alma!

Na vida pessoal, o ator é calmo e reservado, valoriza muito os amigos e a família e ainda não aderiu ao fenômeno das redes sociais.

Aos 36 anos, Ricardo Tozzi é símbolo de sucesso em tudo que faz, seja nos palcos de teatro, em novelas ou nas passarelas como modelo. O Ator parou alguns minutos do seu dia atribulado e conversou com nossa editoria-chefe Lívia Saboya sobre a profissão, projetos, sonhos, sua rotina e sua história. Confira o bate-papo na íntegra!

 

Lívia Saboya -  Você trabalhava como executivo para grandes empresas do mercado financeiro antes de se tornar ator. Como aconteceu essa mudança radical?

Ricardo Tozzi -  Essa grande mudança começou com uma atitude muito simples, comecei a ouvir o que dizia o coração. Na minha  opinião, esse é o primeiro passo para o autoconhecimento: deixar um pouco a razão de lado e começar a imaginar onde você gostaria de estar. Em pouco tempo percebi que mesmo traçando um caminho de sucesso estava indo para o lado errado e fui em busca do que realmente queria e buscava. Descobri o teatro e a plena realização, a transição de uma carreira para a outra foi inevitável.

L.S - Quem planeja trabalhar com arte ainda enfrenta bastante preconceito, mesmo diante da família. Como foi a reação de seus familiares, amigos e  colegas de trabalho em relação a sua  transição profissional entre a carreira administrativa e os palcos?

R.T - Durante os  3, 4 anos que estudei teatro – de noite e finais de semana, enquanto ainda trabalhava como executivo – não contei para absolutamente ninguém, era um caminho meu, não queria interferências, nem preocupar minha família. Na hora de começar a trabalhar como ator profissional já tinha plano e perspectivas traçadas. Em seis meses já tive trabalho, minha primeira novela, o que deixou todos mais calmos.  Hoje percebo que as pessoas admiram o que fiz, mas tenho certeza que as mesmas não teriam me apoiado.

L.S - Sua primeira experiência na televisão foi na novela Bang Bang. Quais as diferenças entre TV e teatro mais impactantes nessa transição?

R.T - Me apaixonei por teatro. O palco é espiritual para mim, acho que é onde o ator deve se formar e crescer, principalmente porque acontece na cara da platéia, não tem truque nem tecnologia que te proteja. Ao mesmo tempo adoro fazer tv, tanto quanto teatro. Tenho orgulho de fazer parte desta grande indústria brasileira, e a diferença é justamente essa, é uma indústria, e funciona como tal. Continue lendo

Entrevistas, Moda

Entrevista – Lino Villaventura

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Nascido Antônio Marques dos Santos Neto, o paraense que se tornou cearense de coração, aprendeu a fazer moda com as próprias mãos e ganhou o país e até o mundo! suas coleções enchem os olhos de clientes, entusiastas e críticos de moda e seu trabalho saiu das passarelas e ganhou reconhecimento em áreas como tetatro e cinema! Durante sua carreira, Lino Villaventura já vestiu inúmeras celebridades como Xuxa e Patrícia Pillar e até mesmo a Barbie, a boneca mais conhecida do mundo, teve a honra de receber looks dele! A editora-chefe do No Pátio, Lívia Saboya, foi recebida por Lino em seu ateliê em Fortaleza. Em mais de uma hora de conversa descontraída, Lino mostrou que não é um homem de poucas palavras. Fala sim, sempre com muita propriedade! Com olhar e experiência de quem, aos mais de 30 anos de carreira, já fez um pouco de tudo e com sonhos de quem ainda tem muito por fazer! Veja a seguir a entrevista na íntegra.


Lívia Saboya:Você começou sua carreira em 1978, com 26 anos. Como aconteceu?
Lino Villaventura: Na verdade não foi bem uma carreira. Eu comecei a mexer com isso meio que por brincadeira. Eu estudava, fazia faculdade. Tentei arquitetura e não consegui. Fui fazer engenharia civil. Eu morava com mais pais e eles foram pro Rio e eu fiquei, isso em 1976, mais ou menos. Eu gostava de roupa e sempre gostei de roupa! Desenhava roupa pra mim.

LS: Nessa época você já entendia de costura?
LV: Não. Não entendia nada. Eu entendia de estética: do que era uma roupa bem feita e uma roupa bacana. Isso eu sabia, como todo mundo que tem vaidade, que se preocupa com a aparência, que sabe o que é uma roupa boa e um tecido bom. Eu sempre fiz isso, sabe? Quando eu queria uma roupa legal, não tinha essa oferta que tem hoje no mercado de moda. A industria têxtil não era o que é hoje em dia. Então, se você queria uma roupa legal ou você comprava, mas era caríssima e eu era um garoto. Aí, eu mandava fazer. Sabe o que fazia? Garimpava tecidos incríveis em locais que estavam de promoção, ia na costureira, inventava uma história e criava! Eu já desenhava, mas não tinha noção que isso. Sempre gostei muito de decoração, ambientação, de pintar de desenhar….

LS: Quando você veio morar em Fortaleza?
LV: Eu vim morar em Fortaleza bem no começo dos anos 1970, em 1972, quando conheci a Inês no cursinho, ficamos muito amigos e começamos a namorar. Eu fazia minhas roupas e as delas e íamos para as festas! Comecei a colocar em prática aquelas coisas que eu fazia em Belém que ninguém fazia. Então, eu chamava muito a atenção! No colégio eu era uma pessoa muito diferente. Eu era muito magro, não por tendência, mas porque eu cuidava mesmo! Nos anos 1970 você fazia sucesso assim. Quanto cheguei aqui chamava muito a atenção, mas não tinha noção disso. As irmãs da Inês pediam opinião para mim sobre roupa. Até que um dia minha irmã resolveu fazer comigo um colete bem anos 1970 para ela, mas bem na farra mesmo, como uma terapia. Era uma coisa bem anos 1970 você fazer bijuterias, bordados, tinturava tecidos….

LS: E ficou legal, as pessoas gostaram?
LV: Ficou muito bonito, muito bacana! As pessoas começam a encomendar e comecei a vender até para as lojas. Fazia colete, túnicas, bolsinhas, sempre com o bordado… tudo isso estudando engenharia! Quando eu fiquei e meus pais foram, meu pai disse “se vira” porque ele não queria que eu ficasse. Ele pagava a faculdade e o aluguel da casa, porque eu tive que alugar uma casinha, que foi justamente onde foi a Lino Villaventura, que foi o Lúcio Brasileiro que colocou o nome porque era perto da Vila Ventura, ele juntou tudo e me batizou! Nisso, uma vizinha minha – vizinha dessa casinha, onde as coisas começaram – levou uma amiga dela, que logo depois levou outra a Branca de Castro, que fez roupa comigo e se tornou um grande sucesso! Fui fazendo as coisas assim! Continue lendo

Casa Cor 2011, Comportamento, Entrevistas

Entrevista – Neuma Figueiredo, a mulher por trás da Casa Cor Ceará!

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Entre o barulho de obras e britadeiras, luzes difusas, capacetes de pedreiros, e gritos apressados dos arquitetos que, já cansados porem sem perder o empenho, indicavam os últimos detalhes de suas criações, Neuma Figueiredo abriu as portas da Casa cor 2011 para receber com exclusividade Lívia Saboya e a equipe No Pátio. A mulher por trás de todo o sucesso do enorme projeto que é a Casa Cor tirou alguns minutos da sua noite, que parecia longe do fim, para bater um papo descontraído e animado, onde falou conosco sobre sua infância, seus gostos pessoais, lembranças e ainda nos contou em primeira mão algumas surpresas do evento para este ano! Confira a entrevista com esta mulher que dá um show de força, simpatia, talento e sensibilidade!

1. Para começar a entrevista, vamos fazer uma viagem ao passado. Quais os fatos da sua vida, desde a infância, foram decisivos na escolha da sua carreira?

Na verdade, eu nunca imaginei não! Eu sempre quis muito ser arquiteta, ironicamente. Na minha infância a gente costumava escrever cartas ainda, sabe? e tem uma cartinha minha que fiz com 9 anos e minha mãe guardou, na qual eu escrevia para o meu pai: “Painho, eu vou ser arquiteta, e vou fazer o projeto da nossa casa.”Mas no final das contas, eu cheguei a fazer faculdade de arquitetura na UFC, mas não me formei. Infelizmente, quando eu tinha 17 anos meu pai faleceu repentinamente em um acidente de avião e eu me vi tendo que decidir entre a faculdade e o trabalho e optei pelo trabalho. E com isso, comcei a trabalhar muito cedo, ser independente, primeiro como empregada (já na área de administração) e depois montamos a Nika, eu e minha mãe. Mas o destino acabou me colocando de volta neste caminho, o da arquitetura! eu já tinha a loja de móveis e decoração e de repente veio o convite para trazer a franquia Caso Cor para o Ceará! Eu ainda hesitei muito, achei que seria super complicado e difícl, mas no final topei o desafio. E aqui estou até hoje, me encontrei muito nessa profissão e neste projeto, que acabei largando a loja e tudo mais! E hoje sou muito feliz com o que eu faço.

 

2. Na Casa Cor, podemos observar uma ampla variedade de estilos, do rústico ao moderno, do minimalista ao extravagante. Você tem preferência por alguma temática do gênero? Qual seria?

Olha, a minha casa é uma mistura danada! Ela tem o antigo, tem o moderno, o rústico, tudo misturado, sabe? porque eu acho que a casa da gente deve ter isso, deve ter um pouco da história da nossa vida, né? então tem coisas desde a época em que os meninos eram pequenos (Neuma tem 3 filhos já adultos), mas de repente vejo uma luminária na bilheteria da Tok Stok, me apaixono, aí lá vamos nós atrás de comprar a luminária pra colocar na sala, aí misturo com um outro abajur velho que não usava mais e assim vai! Então eu não tenho um estilo certo, mas pra mim tudo que tem conforto é legal, além de precisar ter a cara da gente! Eu sou muito contra aquele negócio de decorar sua casa com tal coisa só porque é a tendência, é o que estão usando,sendo que aquilo não combina com você ou com a sua história de vida, sabe?

Neuma com o marido Esdras e os filhos, Victor, Pedro e Carolina.

3. Apesar de a princípio o seu foco ser em administração, percebemos facilmente a sua paixão por design, arquitetura e decoração. Existe algum espaço ou cômodo de uma casa que te empolgue mais na hora de decorar? Qual?

Ah, eu gosto de tudo, mas acho que meu lugar preferido é o quarto! Mas o meu sonho de consumo é ter biblioteca, que eu ainda não tenho, mas se deus quiser vou ter ainda (risos)! Mas voltando ao quarto, eu gosto muito de ficar nesse ambiente, no meu quarto, ter um quarto gostoso, aquela caminha bem confortável, gosto muito de lencóis também!

 4. Todo o mercado relacionado a design é tão variado quanto competitivo. Quais dicas você daria para quem está iniciando na carreira de decoração? E na de administração?

Acho que o mais importante de tudo é estudar muito, sempre! Acho que em qualquer profissão né? Esse setor, como todos os outros, desde a medicina até o design, a arquitetura, o design, é uma evolução constante e é preciso estar atento às mudanças, atualizado! As vezes você, ou seu cliente podem apreciar mais um determinado estilo, mas como profissional deste ramo é preciso realmente conhecer todos os estilos, o moderno, o rústico, o clássico… Você não pode ser um profissional de “um único estilo”, uma notá só, né? tem que estar preparado para atender ao que o seu cliente quer! Outra coisa que acho importante: Eu acho que o profissional de decoração e arquitetura tem que ter um pouco de psicólogo (risos), para saber ouvir o cliente e traduzir suas necessidades, saber como vai dar  o conforto, o estilo que o cliente quer, conhecer o público é muito mportante!

5. Você possui alguma técnica ou hábito que te ajude na hora de buscar por inspiração ou nas horas em que o stress bate?

Eu acho que minha técnica é sempre respirar, me acalmar e pensar antes de agir, não agir por ímpeto ou impulso. Eu hoje consigo fazer isso, felizmente!

6. A Casa Cor sempre traz a tona tona  talento de muitos arquitetos e decoradores cearenses, alguns já são cativos do evento. Você tem algum arquiteto favorito? quem e por que?

Bom, pra mim todos são muito especiais! Cada um tem um estilo, uma característica marcante, algo de muito interessante. Mas pessoalmente, tenho grande carinho e admiração pelo Sergei de Castro. Admiro tudo no trabalho dele! ele é muito sensível, meu grande amigo e um excelente profissional. Ele fez fachada este ano e fez o escritório da designer textil, vale a pena dar uma olhada!

7. Que mudanças e surpresas teremos nesta edição? pode nos dar algumas dicas?

Acho que a principal supresa é o local, essa coisa de termos vindo para a Praia de Iracema. minha mãe mesmo esteve aqui outro dia e comentou: “Nossa, é muito legal esse novo ambiente, muito ventilado, sem prédio nenhum em volta!”  Deixa eu pensar o que mais de novidade…Ah! Esse ano também teremos duas grandes casas, a casa da família, um casal com 3 filhos e a casa do futuro (de um casal moderno, sem filhos) e outra grande novidade e mudança é a parte social de restaurantes está muito maior e muito legal, quem vier conferir vai se surpreender. E pra terminar, uma coisa inédita que teremos nesta edição é uma área comercial, que nunca tivemos antes. Teremos produtos a venda, uma livraria, uma chocolateria, entre outros, que só visitando pra descobrir (risos!)

Toda a equipe da Casa Cor 2011 reunida em frente a fachada do evento, na Praia de Iracema.

8. O tema da Casa Cor 2011 é “tecnologia no dia a dia” e, grande parte desse viver com tecnologia é a preocupação com a sustentabilidade. A Casa cor tem essa preocupação? Que projetos veremos neste sentido?

Todos os projetos têm um pouco disso. O tema desse cuidado com o meio ambiente e a sustenbilidade, desde 2008 está muito forte na Casa Cor. Nós já fizemos em parceria com o SEBRAE um seminário dentro da Casa cor sobre sustentabilidade na decoração no ano de 2008. Então este é um tema nacional que já faz parte do nosso dia a dia. todos os arquitetos envolvidos no projeto já sabem disso e a ordem sempre é usar a sustentabilidade sempre que possível. Este ano, por exemplo, você vai poder ver uma praça iluminada com gás natural, projetos com iluminação solar e muitas outras novidades. E o mais importante, não são coisas futurísticas demais, tudo é usável e você pode adotar em sua casa. Aqui mesmo posso te mostrar! Esse toldo aqui era um portão de ferro que seria jogado fora e nós reutilizamos nessse espaço, ficou muito legal, não? Então tudo que podemos reaproveitar e dar uma nova roupagem, nós fazemos. Usamos madeira certificada, além de priorizar empresas sustentáveis e da terra. este ano, nós temos o loft cearense, em parceria com o SEBRAE, que sempre fo grande apoiador da Casa Cor 2011, e neste loft absolutamente tudo é produzido no Ceará!

9. Para encerrar, alguma edição da Casa Cor foi particularmente importante ou agradável para você? Qual e porquê?

Todas são especiais! todo ano quando eu vejo tudo pronto eu digo: “Ai, meu Deus, essa é a mais linda de todas!” (risos) eu não sei se todo ano a gente realmente se supera ou se sou eu que sou suspeita mesmo! Mas de qualquer forma acho que posso destacar duas que, para mim, foram muito especiais! A do ano 2009, que foi na casa do Sr. Macedo, e  a de 2000, que foi na casa do senador José Macedo. E claro que a primeira! A primeira Casa Cor aqui em Fortaleza foi inesquecível, até porque era tudo muito novo, tanto pra quem visitava como pra gente que estava fazendo! E lembro que foi uma comoção muito grande, até a Xuxa veio visitar, ficamos muito felizes e realizados! Mas cada ano aprendo mais, pra fazer sempre melhor!

 

 

Vapt-Vupt com Neuma Figueiredo!

Um Hobby - Adoro ler! Leio muito, sempre e às vezes, vários livros ao mesmo tempo!

Um livro - Gosto sempre mais de ficção, mas acabei de ler uma biografia de Nelson Mandela, que amei!

Uma música - Como é aquela música (pede ajuda para a filha mais velha, Carolina)? Ah sim! A última que tenho ouvido o tempo todo e fico colocando em casa, no carro, e saio dançando é Last Dance, da Donna Summer! me relaxa e me anima muito.

Uma comida - Gosto de peixe, principalmente bacalhau! Adorava camarão, mas acabei desenvolvendo uma alergia, então como muito peixe, que é a única carne que como hoje em dia!

Um sonho – Ver meus fihos todos casados e minha casa cheia de netos (risos)!

Para mim, ser feliz é … – Ai, pra mim estar feliz é ver todo mundo que eu gosto, todos ao meu redor felizes! Como é bom a gente evoluir na vida e ver que quem está ao nosso redor também está evoluindo! gosto de ver meus funcionários crescendo, comprando carro, apartamento, me realizo também com a realização deles!